Nhaiii :)

fofo

Não me canso de escutar amigos sofrendo por amor e se justificando com o discurso do que o amor representa. Muitas vezes amar alguém passa a ser desculpa para tolerar atitudes que nos ferem, atitudes que não aceitamos mas que acabamos por relevar por achar que são inerentes ao amor: a compreensão, o perdão. Acho que é importante lembrar que antes de ser capaz de manter qualquer relacionamento devemos amar a nós mesmos. Para mim o que sustenta qualquer relacionamento é um tripé: confiança, atração/química e admiração. Admiração é fundamental porque nos só respeitamos quem admiramos de certa forma. E vice versa e é com esse pensamento que eu desejo que 2011 seja o ano do amor, em todas as formas. Mais amor na família, mais amor pela natureza, mais amor nos seus atos do dia a dia, por cada momento, porque amor é plenitude, é a melhor recompensa que a gente pode ter da vida. 😀

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Cosmologia

bigbang

Resolvi falar um pouquinho sobre Cosmologia, resumindo as coisas mais importantes. Apesar de ser difícil resumir esse tema.
Para entender o estudo de cosmologia é necessário enxergar as coisas partindo de certas premissas: o universo é tudo o que existe, logo não existem sentido em pensar em “fora” do universo, em barreiras, fronteiras, limites, muitos menos em um centro ou qualquer ponto privilegiado em relação ao outro.
O princípio cosmológico diz que o universo é homogêneo, ou seja uniforme em todos os pontos, e isotrópico, uniforme em todas as direções. Nós sabemos que o universo não é homogêneo, no entanto, devemos entender que o principio cosmológico é necessário para que possamos estudar o universo, senão não se faz ciência, esse estudo viraria filosofia. Temos que destacar que o método perturbativos se preocupa em perturbar situações que colocamos como ideais.
O grande marco da cosmologia moderna foi a teoria da relatividade geral (1915) que nasce quando se postula que a velocidade da luz é absoluta tornando as outras medições relativas, até mesmo o tempo que antes era considerado absoluto passou a se tornar relativo. Ela é uma teoria de gravitação, e ao estudar melhor a gravitação ela explicou o mistério da precessão do periélio de mercúrio, que é o seguinte: como Mercúrio esta muito próximo do sol, ele sofre maior atração gravitacional, e daí a sua orbita possui uma dinâmica caótica, você conta um periélio (que é o ponto da orbita descrita pelo corpo em que ele esta mais perto do sol) que dá um volta mas que não volta pro mesmo lugar, ou seja, a orbita dele não fecha, tipo assim:
perielio

perdoem minhas habilidades no paint hahaha

Ao estudar a gravidade (que é uma força atrativa) não demorou muito para se chegar a conclusão de que tudo no universo se juntaria, por maior que fosse, e colapsaria num futuro, pensamento totalmente contrario às evidencias de que o universo estava se expandindo, portanto, para resolver esse “problema” Einstein inventou a famosa constante cosmológica para chegar no resultado que quis. Fazendo uma analogia, se tivéssemos que resolver uma equação que desse como resultado “+2” e quiséssemos que o resultado fosse zero, simplesmente inventariamos um “-2” para chegar no resultado que quiséssemos. Em uma prova qualquer pessoa tiraria zero por isso, mas como se tratava do Einstein, todo mundo acreditou na publicação dele. O próprio posteriormente admitiu o seu erro e se desculpou pela cagada. Em 1929, Hubble e as Galáxias comprovou a teoria com a pratica de que o universo estaria se expandindo. Imagine uma gaze se extendendo, é +- o que esta acontecendo com no universo, não são as galáxias que estão se afastando e sim o espaço entre elas que esta se expandindo.
Se pensamos em um universo que esta se expandindo, podemos pensar na idéia do contrario e chegar no ponto X em que a expansão começou, é exatamente isso que diz a teoria do Big Bang. No senso comum as pessoas tem a idéia errada de que o Big Bang é o surgimento de tudo, do universo, e no entando o Big Bang é apenas uma teoria que explica o inicio da EXPANSÃO do universo, ou seja, duas coisas totalmente diferentes.
A teoria do Big Bang já foi comprovada pela radiação cósmica de fundo, achada meio que sem querer. Os cientistas, para tentar comprovar o Big Bang, começaram a procurar por microondas pois como o espaço foi se expandindo o comprimento de onda da radiação de um universo jovemzinho teria nos tempos atuais um comprimento de onda muito maior e menos energia , então pensaram que os fótons do começos deveriam ser fótons muito frios “hoje em dia”
Infelizmente a inevitável pergunta do que veio antes do Big Bang, de qual é o surgimento de tudo e de todo o universo permanece um mistério inexplicável por incompetência do nosso sistema já que aos olhos da teoria da relatividade não faz sentido pensar no que existia antes do Big Bang pois nem o tempo existiria. E se admitimos que o tempo e as leis físicas surgiram a partir desse marco, teremos que sempre carregar a humildade nas costas no que tange os maiores mistérios.

Astrobiologia

vida inteligente

A astrobiologia é um ramo da ciência que estuda a vida terrestre e extra terrestre. Até pouquíssimo tempo atrás tinha muito pouca respeitabilidade por se tratar de uma área extremamente espinhosa da ciência pela falta de objetos e pela dificuldade de provar as coisas, tanto que a cientista Eleanor Ann Arroway que inspirou o papel de Jodie Foster no filme “Contato” foi muito ridicularizada por participar do programa SETI que busca por sinais extra terrestres.
Apesar desse passado, é um campo de estudo que cresce muito hoje em dia e que gera muita curiosidade pois toca em questões de origem e de identidade. Interessante que os Gregos pensaram sobre esse mesmo assunto com muita propriedade há mais de 3.000 anos.
Afinal, a Terra é um planeta extraordinário ou um planeta “comum” ?
Ninguém até hoje sabe a resposta. A única coisa que sabemos é que nosso planeta conseguiu concatenar uma enorme diversidade de fatores para estabelecer a vida.
A astrobiologia especula apenas sobre formas de vida que conhecemos, com bioquímica parecida e tal, até porquê provavelmente não saberíamos reconhecer uma forma de vida muito discrepante da que estamos acostumados a lidar.
O programa Origins da NASA busca respostas para as questões que envolvem a origem do universo, do sistema solar, da vida. Uma forma de testar hot spots por exemplo é analizar se existe nos planetas uma atmosfera saturada de oxigênio, ver a densidade do oxigênio, o espectro atmosférico, etc.
Mas como buscar por vida fora do nosso planeta? Afinal, o que é vida?
Até hoje não existe uma resposta única e bem definida para isso. Como a rigor, se você não define um objeto, você não faz ciência, nós fazemos uma chamada categorização operacional e tentamos nos fixar às propriedades de vida, que são: auto-reprodução (memória), permanência (instinto de sobrevivência) , integralidade (sistemas complexos com funções e subsistemas bem definidos que interagem entre si), autopoiesis (capacidade de se metabolizar), e ter equilíbrio (interage com o meio e a estrutura permanece). Mas esses critérios não são exclusivos de vida, sistemas computacionais e ate reações de cristais chegam a possuir até 4 dessas propriedades.
A vida é teleonômica, ou seja, parece que foi exatamente projetada para fazer o que faz, o que sugere a existência de um projetista, é morfogenética, não precisa de referência externa, tem toda informação na sua própria estrutura, e possui autoreprodução invariante, ou seja, permite a evolução.
Mas será mesmo que a vida existe apenas na Terra?
É óbvio que não. Já foi detectada “vida” microbiótica fora daqui, e também, vida “simples” surge com muita facilidade
Existem aproximadamente 100 bilhões de galáxias, cada uma com 10 bilhões de estrelas, o que nos sugere algo em torno de 10 sextilhões de estrelas. Esse é o argumento mais forte da escola otimista da astrobiologia, os outros principais argumentos são que a química da vida e a energia são abundantes no universo (no interior das nebulosas existem todos os ingredientes), e também há evidência da facilidade do surgimento da vida na Terra, pois nosso planeta tem aproximadamente 4.5 bilhões de anos de idade e a vida já existe por aqui há 4 bilhões de ano, e é renitente pois sobreviveu há diversos períodos de grandes extinções. Outro fato curioso é que há 2 bilhões de anos atrás a Terra passou por um período de “infertilidade” para um boo de vida celular complexa (isso aconteceu em apenas 0.5 bi de anos), parece que em um determinado momento um limiar chave foi atingido e a vida explodiu de forma mais elaborada por aqui.
A escola pessimista, por outro lado, argumenta que a nossa Terra não seria tão medíocre assim, e que vida é relativamente fácil de surgir, mas vida complexa nos tardou 4 bilhões de anos. Tendo em vista que o universo tem 13 bilhões de anos, a margem não é tão grande para que tanta complexidade prosperasse em abundância. Outro argumento é o “the great silence” ou o motivo por que nunca nenhuma civilização tentou entrar em contato ou emitiu sinais com padrões definidos de comunicação. Enfim eu particularmente não gosto dos argumentos da escola pessimista, acho pouco convincente e prepotente, ainda mais se tratando do tamanho da nossa ignorância perante ao que nos é desconhecido.
Outro passo nessa jornada pela busca de vida fora daqui consiste em elaborar um protocolo para planetas que sejam considerados habitáveis.
Os ingredientes essenciais são: carbono, hidrogênio, nitrogênio, oxigênio, energia e água líquida.
Buscamos por carbono por ele ser o único átomo capaz de formar cadeias complexas, entre si, e com outros elementos. E ele funciona bem em água hehe. Mas num ambiente em que o carbono não funciona bem, o silício poderia funcionar. É possível que exista vida baseada em amônia, silício…
Enfim é um assunto intrigante e muito fascinante…um ponto importante nesse blábláblá assunto todo é que a complexidade é um parâmetro não conservado no universo , não se sabe se a complexidade tem valor de sobrevivência, já que ser complexo não implica em ser necessariamente melhor. Imagina se um asteróide atinge a terra e causa um grande estrago, provavelmente todos nós iríamos morrer e no entanto as bactérias iriam sobreviver. Os dinossauros tiveram um história de sucesso, viveram por aqui por cerca de 150 milhões de anos, os peixes já estão por aqui há 400 milhões de anos, e a nossa espécie ainda não foi posta a prova de verdade… portanto não devemos esbanjar por aí que somos melhores do que ninguém hahaha ;D

O calendário

calendar

Um calendário tem o propósito de respeitar, e juntar em algum padrão, fenômenos astronômicos tais como a lunação, a rotação e a revolução.
Identificar quando é dia ou noite é algo óbvio, qual a fase da lua também é fácil, mas identificar um ano solar é uma tarefa difícil. Dada a incomensurabilidade dessas medidas ao longo do tempo, vários calendários diferentes surgiram em diferentes sociedades. Na verdade qualquer pessoa pode criar seu próprio calendário, basta ele ser bom o suficiente para respeitar as estações. Eu particularmente acho que seria interessante criar um calendário na base 10 (já tentaram fazer isso durante a revolução francesa, mas não colou pois seria muito trabalhoso até para os relojoeiros da época reestruturarem tudo.
A cultura dos sumérios conta na base 12, baseando-se nas falanges das mãos, ao invés de números dos dedos por exemplo, por isso nós temos 12 meses, 24 horas, a parte clara do dia tem 12 pedaços, a parte escura também tem 12 pedaços e por ai vai. Na verdade recebemos ordens de mais de 7.000 anos atrás muitas vezes sem nem questionar a razão. Para se criar um próprio calendário, portanto, para inovar de verdade, é imperativo despir-se de todas essas arbitrariedades.
O calendário de Rômulo foi onde a história do nosso calendário ocidental atual começou. Rômulo foi o primeiro rei de Roma, que matou seu irmão Reno. Seu calendário possuía 10 meses + o chamado de “período de inverno” que era totalmente a critério do rei.
Os meses eram:
1- Martius, 2- Aprilis, 3- Maius, 4 – Iunius, 5 – Quintilis, 6- Sextilis, 7 – September, 8 – October, 9- November e 10 –December
É fácil ver que a nomeclatura (a partir do 5° mês) faz referência a cronologia do mesmo.
Quando Rômulo morreu o povo transformou Numa Pompílio no novo rei, e ele decidiu criar 2 novos meses: 11 – Februarius (que seria o auge do inverno) e teve esse nome em homenagem aos religiosos da época e 12 – Ianuaris que seria o último mês do ano.
Numa Pompílio tenta respeitar a lunação, mas naquela época por ele vivida, havia uma crendice de que os números pares eram malditos e a soma dos dias do ano dava 360 (6X29 e 6X31 – não existia o dia 30) por isso ele resolveu fazer uma correção no mês de februaris.
Depois dessa época Roma vira uma república, e Julio César decide trocar os meses de lugar para diminuir a moral do calendário de Rômulo. Martius, que era o nome do pai de Rômulo, não poderia mais ocupar o 1° lugar. Além disso, o calendário de antes já estava todo bagunçado pois há 110 anos não estavam mais fazendo a correção (chamada de Mensis intercalaris ) que tinha a finalidade de tirar ou acrescer dias para que o calendário ficasse junto com o ano lunar, logo tudo estava errado quanto as estações, nessa alturas estava nevando em junho por lá.
Como Julio César era fã do calendário egípcio, que sempre foi bem preciso pois eles tinham a necessidade de prever as cheia do Nilo, ele resolveu se espelhar nele para a formulação do calendário Juliano. Esse calendário egípcio tinha 360 dias + 5 dias apagônicos ( que não pertenciam a mês nenhum) – 12 meses – o ano começando em agosto e de 4 em 4 anos tinha o 6° dia apagônico para corrigir com o sol.
Em 44 AEC houve o “ano da confusão” para fazer as correções do calendário na marra. Ele tinha 15 meses, teve 485 dias, trouxe Ianuaris e Februaris para o inicio do ano e se criaram novas regras: o ano teria 12 meses, cada um com 30 ou 31 dias e de vez em quando 1 dia extra em fevereiro (ocasionalmente o dia 28 de fevereiro ocorreria 2 vezes no ano, por isso se tem origem ao nome “ano bissexto” . O dia 28 de fevereiro era o 6° dia antes de março, por isso era o Bis (2x) Sexto. Nessa época os dias ainda eram contados de trás para frente , da mesma forma que falamos por exemplo que “são 5 para as 3 (horas)”, se falava que faltavam 6 dias para as calêndas (que era o nome do primeiro dia do mês ) de março , ou seja, era o equivalente para o dia 28 de fevereiro daquele calendário.
Um tempo depois, Júlio César foi assassinado e quiseram homenageá-lo, por isso se renomeou 1 mês para Julios, e esse mês tinha que ter 31 dias porque Julio César era “grande”.
Um tempo depois, Otavio, que era sobrinho de Julio César e se auto denominou Augustus, também quis ser homenageado com o nome de um mês (Augustus) de 31 dias
O ano Juliano médio era diferente do ano astronômico, (365 dias e 56 horas, com discrepância de 11 minutos/ano que ao longo do tempo acumula em um erro consideravelmente grande) então, para mais uma vez fazer correções necessárias, cortes de dias, (dessa vez pulando alguns outros fatos históricos) , foi feita uma reforma, por meio de um decreto, pelo papa Gregório.
Algumas nações não católicas relutaram ao adotar esse calendário, e algumas pessoas ficaram revoltadas pois tiveram 10 dias “roubados” de suas vidas.
Eis uma história bastante resumida para chegar no nosso calendário atual, o gregoriano, que embora bastante acurado ainda apresenta um erro de 1 dia a cada 3.200 anos 😉

O desencontro das almas

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Outro dia, durante um almoço num café, notei uma coisa bem curiosa: uma mulher estava sozinha e não parava de ligar pra várias pessoas no celular enquanto fazia a sua refeição. Ela ligava pra contar as coisas mais bobas, como por exemplo, o que ela tinha pedido ao garçom.
Em todos os lugares, seja num bar, na praia, num banco de rua, numa praça, o que mais se vê são pessoas iguais a essa, que acabam sendo engolidas pela rotina e pela tecnologia.
As pessoas muitas vezes ficam absortas, passam horas conversando virtualmente com alguém sem nem ao menos pronunciar em voz alta uma só palavra, sem nem ao menos conhecer a outra face.
É como se as pessoas se afogassem num mundo só delas.
Provavelmente se você se sentar ao lado de alguem num aeroporto, você vai ler um jornal, ver seu notebook ou celular, e nem sequer irá notar a presença de um outro ser humano. É como se qualquer tipo de interação natural estivesse desaparecendo.
Creio que a velocidade com que a nossa vida corre é o pano de fundo pra tudo isso. A fluidez do mundo e das relações atuais, a infinidade de opções e a falta de propósito, acabam por gerar uma enorme angustia e ansiedade que acabam por destruir a solidez das relações humanas.
Dessa forma os nossos vícios tentam suprir um estado de carência percebido. As pessoas se tornam escravas de um padrão. Quase nada mais é definitivo…. tudo aquilo e todos aqueles que não te interessam mais hoje são cruelmente descartado e substituídos por algo novo amanhã, é como se tudo possuísse um curto prazo de validade. Uma sociedade tão massacrante que nos escraviza num ciclo infinito pela busca por algo maior, algo que venha a fazer algum sentido.

Planeta redondo

planets
Por que os planetas são redondos e não das mais variadas formas?

Existe um conjunto de fatores que influencíam esse aspecto, no entanto vou destacar apenas o principal e mais importante.
O formato de pequenos objetos, são determinados pelas suas propriedades mecânicas, você pode moldar um pedaço de plástico, por exemplo, em forma de um controle remoto e ele vai permanecer com aquela forma.
No entanto, quanto maior a massa de um objeto, maior é o campo gravitacional.
Imagine que você deseja construir um prédio, é necessário que você possa garantir que a fundação seja forte o suficiente pra agüentar o tranco, caso contrario ele irá desmoronar.
Se a gente fosse imaginar um planeta em forma de cubo, as “quinas” (ou qualquer outro ponto que estivesse mais distante do núcleo) sofreriam ainda mais com essa força e aos pouquinhos seriam “desgastadas” , sucumbindo à força da gravidade (que puxa para o núcleo do planeta) de qualquer forma.
É como se a força da gravidade o lapidasse. No casos os planetas estão em equilíbrio hidrostático, onde a força da gravidade supera a força de coesão do material.
Numa esfera é fácil observar que todos os pontos estão a mesma distancia do núcleo, por essa razão observamos esse formato nos planetas.

Vale destacar no entanto que os planetas não são esferas perfeitas, isso varia de acordo com a excêntricidade. A Terra é achatada nos pólos por causa do movimento de rotação, e o diâmetro na linha do equador é maior do que o diâmetro nos pólos.

International Date line

É a linha imaginária oposta ao meridiano de Greenwich chamada de linha da mudança de data.
Ao atravessá-la rumo ao leste se acrescenta um dia, e a oeste, se subtrai um dia.
Para evitar de trazer problemas óbvios para a população local, as linhas de fuso não são perfeitamente lineares.
No entanto ela (IDL) chega a atravessar algumas ilhas. Acho que vou procurar uma dessas pra comemorar meu aniversário duas vezes haha.
Alguns fenômenos interessantes acontecem em locais que são geograficamente perto. Por exemplo: durante duas horas, todos os dias, de 10:00 as 11:59 UTC (tempo universal) se observam 3 dias diferente. O horário de 10:15 (UTC) de uma quinta feira, é ao mesmo tempo uma quarta feira em Samoa (23:15) e uma sexta feira (00:15) em Kiribati.
IDL